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	<title>Physio Prime</title>
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	<description>Fisioterapia</description>
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	<title>Physio Prime</title>
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		<title>Lesões cartilaginosas e a osteoartrose</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 08:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As lesões da cartilagem articular são relativamente comuns em atletas e na população em geral, afetando mais de 1 milhão de pessoas por ano. Estas lesões podem acontecer de forma insidiosa, por meio de ações repetitivas, ou estarem associadas a episódios traumáticos, como uma entorse de joelho. Infelizmente, quando não devidamente acompanhadas, podem conduzir a [&#8230;]</p>
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<p>As lesões da cartilagem articular são relativamente comuns em atletas e na população em geral, afetando mais de 1 milhão de pessoas por ano. Estas lesões podem acontecer de forma insidiosa, por meio de ações repetitivas, ou estarem associadas a episódios traumáticos, como uma entorse de joelho. Infelizmente, quando não devidamente acompanhadas, podem conduzir a uma degeneração mais precoce, levando a incapacidades funcionais e dor.</p>



<p>Onde se encontra a cartilagem e qual a sua função?</p>



<p><strong>&nbsp;</strong>O tecido cartilaginoso encontra-se revestindo as superfícies ósseas das articulações sinoviais e é o responsável por absorver e distribuir as cargas nas articulações. É composto por colágeno do tipo 2 e possui duas fases distintas (sólida e fluida), cada uma com características próprias e especializadas, que permitem mudanças dinâmicas de fluidos e compressibilidade durante o suporte de peso. &nbsp;A fase fluida fornece à matriz sua característica de dependência do tempo, deformabilidade reversível e capacidade de dissipar carga, sendo que as interações destas características são fundamentais para a propriedade viscoelastica do tecido. A fase sólida tem alta resistência ao atrito e baixa permeabilidade, o que causa uma alta pressurização do fluido intersticial na fase fluida. A pressurização desta fase contribui com mais de 90% da transmissão de carga da cartilagem.</p>



<p>Histologicamente este tecido é organizado em 4 zonas (camadas superficiais, transicionais, profundas e calcificadas).Cada camada contribui com características e propriedades biomecânicas para a estrutura geral, que são necessárias para suportar cargas e funcionar com atrito mínimo. A cartilagem articular normal é um tecido metabolicamente ativo que requer nutrição para sobreviver, devido à ausência de suprimento direto de sangue, modos alternativos de nutrição são necessários, como a absorção do liquido sinovial. &nbsp;Este liquido é que lubrifica as articulações, já foi demonstrado que a remoção dele leva a uma rápida degeneração da cartilagem articular.</p>



<p>Se a articulação é privada de <strong>movimento</strong>, o líquido sinovial fica estagnado e os nutrientes vitais se esgotam. Por isso a importância da <strong>Fisioterapia</strong>, que através do exercício controlado mantém este sistema em funcionamento, garantido assim a função da articulação e prevenindo a aceleração do processo <strong>artrótico.</strong></p>



<p>A Osteoartrose (AO) é um processo degenerativo que causa o desgaste das articulações sinoviais. Dependendo da região afetada é dado um nome especifico para esta doença como por exemplo rizoartrose quando afeta a mão e gonartrose&nbsp; quando afeta o joelho. As manifestações clínicas mais comuns são: dor, edema, bloqueio articular e perda da amplitude de movimento e com isso limitação funcional. Esta condição muitas vezes faz com que os indivíduos acometidos necessitem modificar suas atividades diárias assim como reduzir os níveis de atividade física.</p>



<p>É importante destacar, também, que a Osteoartrose é um processo natural do envelhecimento e que a falta de uma atividade física, assim como níveis em competição apenas acelera este processo e aumenta a limitação causada por ele. Toda esta estrutura complexa concomitante com a dificuldade de reparação do tecido cartilaginoso em decorrência da sua baixa vascularização, &nbsp;torna o tratamento dos problemas condrais um grande desafio para médicos e fisioterapeutas. Em estágios mais avançados são necessários procedimentos cirúrgicos, inclusive, chegando a artroplastia. Dentre as técnicas cirúrgicas mais utilizadas atualmente podemos destacar debridamento e lavagem via artroscopica, microperfurações, implante autólogo de condrócitos (ACI), transplante de autoenxerto osteocondral (OAT), transplante de aloenxerto osteocondral.</p>



<p>Atualmente os médicos tem utilizado a viscossuplementção como uma tentativa de dimunuir e retardar os efeitos deletérios da lesão condral. A fisioterapia atua na diminuição dos sintomas, ganho de amplitude de movimento e principalmente ganho de força muscular para dar qualidade de vida e retorno a função dos pacientes.</p>
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		<title>Quando fazer calor ou gelo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2023 16:12:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é uma dúvida que sempre aparece no consultório. O uso do gelo ou do calor é muito comum no dia a dia, seja como um coadjuvante para o tratamento de lesões (entorses, traumas, lesão muscular, contraturas), seja para aliviar dores e tensões do dia ou&#160; ainda, nos pós operatórios (como controle para dor e [&#8230;]</p>
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<p>Esta é uma dúvida que sempre aparece no consultório. O uso do gelo ou do calor é muito comum no dia a dia, seja como um coadjuvante para o tratamento de lesões (entorses, traumas, lesão muscular, contraturas), seja para aliviar dores e tensões do dia ou&nbsp; ainda, nos pós operatórios (como controle para dor e edema, diminuição dos sinais pró inflamatórios). Ambas as técnicas são baratas, acessíveis e eficazes, porém devemos ter alguns cuidados.</p>



<p>Você sabia que, dependendo do tipo de lesão e da fase que ela se encontra, podemos utilizar um ou o outro e, ou os 2 fazendo uma técnica que chamamos de contraste?</p>



<p>De uma forma geral:</p>



<p>*Calor:* O calor é usado para aliviar a dor crônica, aumentar a flexibilidade e melhorar a circulação sanguínea. O calor tem um efeito de aumentar a temperatura tecidual e o metabolismo, sendo um vasodilator, o que ocasiona um aumento do fluxo sanguíneo para a área afetada&nbsp; e consequentemente ele ajuda a relaxar os músculos tensos e dolorosos. O calor é útil para lesões mais antigas e crônicas, ou quando há dor crônica, rigidez e dificuldade para se movimentar.&nbsp;Muitas vezes utilizamos o calor para melhorar a maleabilidade do tecido e para preparar para alguma atividade física.</p>



<p>*Gelo:* O gelo é usado para reduzir a dor, o inchaço e a inflamação. O frio tem um efeito anestésico e vasoconstritor, o que significa que ele reduz a sensação de dor e ajuda a diminuir e controlar o inchaço ao constringir os vasos sanguíneos. Costumamos dizer que ele age não deixando agir, pois ele, ao diminuir a temperatura tecidual, diminui o metabolismo e consequentemente, diminui o processo inflamatório. Assim ele controle e diminui a dor e o inchaço. É importante usar o gelo logo após uma lesão ou cirurgia, sempre de forma precoce, para justamente impedir que a dor e o inchaço aumentem. Atualmente evoluímos dos sacos de gelo, compressas, etc.. pois possuímos uma máquina (GAME READY) que é capaz de gelar, manter a temperatura fria por mais tempo e , ainda por cima, comprimir: o que ajuda e diminuir o inchaço. Muitas vezes usamos a GAME READY após atividades vigorosas (naquelas pessoas que já tem alguma lesão prévia) ou nos pós operatórios imediatos ( não deixa aumentar o inchaço e pela compressão da máquina ajuda a diminui – lo).&nbsp;<br><br>Então, como via de regra geral: Gelo para processo agudos e com sinais inflamatórios presentes ( calor, vermelhidão, inchaço, limitação funcional e latência na região); Calor para processos crônicos, sem sinais de inflamação aguda, inchaço mais “duro”, contraturas musculares&#8230;</p>



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<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="779" src="https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-01-at-14.33.21-edited-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-779" srcset="https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-01-at-14.33.21-edited-683x1024.jpeg 683w, https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-01-at-14.33.21-edited-200x300.jpeg 200w, https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-01-at-14.33.21-edited-768x1152.jpeg 768w, https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-01-at-14.33.21-edited-1024x1536.jpeg 1024w, https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-01-at-14.33.21-edited.jpeg 1067w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>
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<p>Em uma fase mais crônica, pode ser utilizado tanto calor, como gelo , principalmente quando for para diminuir a dor, dependerá da preferencia do paciente.</p>



<p>Tempo recomendado: É recomendado aplicar por 15 a 20 minutos de cada vez e fazer intervalos de no mínimo 1 hora entre as aplicações.</p>



<p><strong>Contraste:</strong> é a aplicação de gelo e calor intermitentemente, ou seja, um e logo após o outro. Esta técnica cria o que chamamos de um bombeamento, pois calor vasodilata e o frio vasoconstringe. É muito utilizada para recuperação após atividades intensas a fim de evitar a dor muscular tardia, e para ajudar a drenar inchaços mais crônicos e rígidos.</p>



<p><br>É sempre indicado consultar um profissional da saúde antes de começar qualquer tratamento, especialmente se você tem alguma condição médica pré-existente ou se estiver tomando algum medicamento.<br><br></p>





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		<title>Lesão Meniscal : O que é? Como acontece? Tratamentos : não cirúrgico /  cirúrgico</title>
		<link>https://physioprime.com.br/2023/01/16/lesao-meniscal-o-que-e-como-acontece-tratamentos-nao-cirurgico-cirurgico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 15:49:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A lesão meniscal é relativamente comum, quase 15% de todas as lesões do esporte. Mas você sabe o que é o menisco? O menisco é uma estrutura fibrocartilaginosa (composto por 70% de agua).Temos 2 meniscos (lateral e medial),&#160; subdivididos em corno anterior e posterior. O menisco lateral é menor, mais móvel e tem o formato [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A lesão meniscal é relativamente comum, quase 15% de todas as lesões do esporte. Mas você sabe o que é o menisco? O menisco é uma estrutura fibrocartilaginosa (composto por 70% de agua).Temos 2 meniscos (lateral e medial),&nbsp; subdivididos em corno anterior e posterior. O menisco lateral é menor, mais móvel e tem o formato circular, já o menisco medial tem um formato de C e é menos móvel.</p>



<p>Então para que servem os meniscos? Eles funcionam como um amortecedor das cargas na articulação do joelho, ajudam a nutrir a cartilagem articular e melhoram a congruência articular, auxiliando na estabilidade. É interessante saber que eles não são bem vascularizados e que dependendo da região a vascularização é maior ou menor. Quanto mais periférico, melhor o aporte sanguíneo, inclusive sendo chamado de zona vermelha e quanto mais for centralizando pior o aporte sanguíneo (zona branca).</p>



<p>E porque isto é importante? Por que dependendo da zona machucada e da sua extensão irá se optar por um procedimento cirúrgico especifico e, isto, irá influenciar diretamente no tempo de recuperação e no retorno as atividades.</p>



<p>Como são as lesões meniscais?</p>



<p>A primeira coisa que devemos saber é que dependendo do nível de atividade e da idade os meniscos, assim como todas as partes do corpo, vão “envelhecendo” e sofrendo um processo de perda de água e degeneração. Esta degeneração é natural, mas podem ocorrer momentos de agudização com dor, edema e limitação funcional. Normalmente não é cirúrgica e é bem controlada com fisioterapia e reforço muscular, porém ao longo do tempo tende a evoluir para uma artrose e um desgaste aumentado da cartilagem articular. Se não bem manejada pode evoluir para a necessidade de uma prótese de joelho.</p>



<p>Outro tipo de lesão é quando temos uma entorse do joelho, levando a uma dor aguda e uma perda da função imediata. Após este momento podemos ter uma lesão meniscal com necessidade de intervenção cirurgia. &nbsp;A primeira coisa que temos que levar em conta é a historia do momento da lesão, depois ao avaliar temos que descartar alguma fratura pelas fraturas de Otawa (principalmente se ocorrer um trauma direto na região) e, então, &nbsp;existe o que chamamos de um escore composto para confirmar a lesão meniscal. Este escore leva em consideração 5 características para confirmar o diagnóstico : bloqueio ou travamento do joelho; Dor na extensão e flexão máxima; sensibilidade na interlinha articular e teste de Mcmurray positivo.</p>



<p>Tratamentos:</p>



<p>A primeira coisa que precisamos saber é qual o tipo de lesão meniscal que estamos tratando: será que é uma lesão decorrente de um processo degenerativo, sem evento traumático e que limita algumas atividades, as vezes apresenta um inchaço, mas pode ser bem manejada sem a necessidade de cirurgia? Esta seria uma lesão de caráter degenerativo e crônico que pode evoluir muito bem após uma boa avaliação e um tratamento bem direcionado, visando a recuperação da função e &nbsp;ganho de força muscular.</p>



<p>Ou será que é uma lesão que tem um evento especifico, como uma entorse de joelho, com o eixo do corpo usando o joelho como ponto fixo e girando, causando um grande trauma no interior da articulação? Neste momento, se o paciente referir muita dor , perda de função , e se encaixar nos critérios do escore composto, normalmente se faz uma ressonância magnética para confirmar o diagnóstico e localizar a região lesionada.</p>



<p>E lembra que falamos da importância de saber da região que sofreu a lesão ? Isto é devido ao fato que, dependendo da magnitude da lesão e se for cirúrgico teremos 2 procedimentos principais:</p>



<p>1 &#8211; Sutura meniscal : preserva o menisco e é feito nas regiões mais vascularizadas ;</p>



<p>2 &#8211; Meniscetomia: se retira o pedaço machucado, sendo feita nas regiões menos vascularizadas, principalmente.</p>



<p>Vocês acham que o tipo cirúrgico pode influenciar no tratamento fisioterapêutico?</p>



<p>Com certeza!!!</p>



<p>O tratamento pós sutura meniscal é mais demorado, isto porque a zona operada precisa de mais tempo para cicatrizar, não podendo receber apoio de imediato e tendo que se ter cuidado nos ganhos de amplitude de movimento. Normalmente se fica em torno de 2 semamas sem apoio e entre 4 a 6 semanas para se adquirir a amplitude completa do movimento. Isto leva a um pós operatório mais longo.</p>



<p>Já na meniscetomia, como ocorre a retirada da região machucada, o apoio é liberado precocemente, assim como o ganho de amplitudes máximas e o trabalho de fortalecimento. Tudo irá depender do grau de dor do paciente e do cuidado com os sinais inflamatórios. A tendência é que se volte as atividades bem mais rápido do que após a sutura meniscal.</p>



<p>Claro que as 2 tem seus prós e contras, tudo deve ser discutido com o seu médico e tem relação ao nível de atividade e pressa no retorno. No caso da meniscetomia, a possibilidade de uma artose mais precoce é bem grande.</p>



<p>É sempre importante conversar com o médico e procurar profissionais de referência para acompanhar o tratamento.</p>
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		<title>Como ocorre a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior?</title>
		<link>https://physioprime.com.br/2022/08/31/como-ocorre-a-cirurgia-de-reconstrucao-do-ligamento-cruzado-anterior-lca/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 18:17:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de reabilitação de uma ruptura completa do LCA, ligamento cruzado anterior, possui um prognóstico longo e complexo. Dentre as fases desse processo, uma cirurgia bem executada e o respeito entre as fases de cicatrização do enxerto são primordiais para o sucesso da recuperação. Na cirurgia o procedimento é realizado pelo cirurgião-ortopedista de forma [&#8230;]</p>
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</p>
<p>O processo de reabilitação de uma ruptura completa do LCA, ligamento cruzado anterior, possui um prognóstico longo e complexo. Dentre as fases desse processo, uma cirurgia bem executada e o respeito entre as fases de cicatrização do enxerto são primordiais para o sucesso da recuperação.</p>
<p>


</p>
<p>


</p>
<p>Na cirurgia o procedimento é realizado pelo cirurgião-ortopedista de forma artroscópica, realizando dois pequenos furos na frente do joelho. É introduzido uma pequena câmera dentro do joelho e assim é possível analisar e estudar as estruturas que anteriormente foram diagnosticadas como lesionadas.</p>
<p>


</p>
<p>


</p>
<p>Uma vez rompido, o&nbsp;ligamento cruzado anterior&nbsp;é ressecado (removido) com o auxílio de pinças especiais e de um aparelho chamado shaver. Com isso, é liberado um “espaço” para a introdução do enxerto. &nbsp;Em seguida, o cirurgião inspeciona o restante do joelho, procurando outras lesões, como lesões do menisco e de cartilagem. Estas lesões associadas, quando presentes, são tratadas e corrigidas pelo médico.</p>
<p>


</p>
<p>


</p>
<p><br>O cirurgião faz uma incisão (corte) no joelho para a retirada do enxerto escolhido (tendão dos músculos flexores ou patelar) e este é preparado&nbsp;para que possa substituir o LCA.</p>
<p>


</p>
<p>


</p>
<p><br>O próximo passo é a confecção dos túneis nos ossos do joelho (tíbia e fêmur). Os túneis são uma espécie de “buracos” feitos nos ossos, utilizando alguns instrumentos como brocas especiais. É dentro desses “buracos” nos ossos que o novo ligamento (aquele enxerto coletado) é inserido. &nbsp;Vale lembrar que o correto posicionamento desses túneis é de extrema importância para o sucesso da cirurgia.</p>
<p>


</p>
<p>


</p>
<p><br>Após isso, o ortopedista coloca o enxerto dentro dos túneis, e o fixa na tíbia e no fêmur através de dispositivos específicos. Para a fixação na tíbia, são utilizados parafusos especiais chamados parafusos de interferência. Esses podem ser metálicos ou bioabsorvíveis (mais comuns). Já para a fixação no fêmur, existem diversos dispositivos, incluindo o mesmo utilizado na tíbia . Além de parafusos de interferência, podem ser usados: endobutton, parafuso transverso, Rigid Fix .<br>Após a introdução e fixação do enxerto , a articulação do joelho é testada e o médico analisa se os movimentos de flexão e extensão estão completos e principalmente se o joelho está estável, já que esta é a principal finalidade dessa cirurgia. Os testes que anteriormente a cirurgia, eram vistos como positivos (Lachman e gaveta anterior), neste momento devem ser negativos.<br>Por fim, os cortes realizados são suturados (fechados) com fios de nylon e em seguida são feitos curativos oclusivos no local. Não é comum o uso de dreno cirúrgico, porém, em alguns casos o cirurgião pode utilizá-lo. Isso depende da sua preferência e experiência. O uso de imobilizador com velcro ao término do procedimento também entrou em desuso nos últimos anos.<br>Uma vez ocorrendo tudo bem na cirurgia, após o paciente se recuperar da anestesia, é encaminhado ao quarto. Este costuma ficar internado por cerca de uma noite no hospital, onde recebe medicamentos analgésicos e antibióticos profiláticos. &nbsp;No dia seguinte os curativos são trocados, o paciente recebe algumas orientações para casa, aprende a caminhar com as muletas (precisa ficar por duas semanas de muletas apenas para poupar o joelho) e sai de alta.</p><p>Confira o nosso vídeo com mais dicas.</p>
<p>


</p>
<p>


</p>
<figure>
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<p>


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		<title>O MONITORAMENTO DA VELOCIDADE NO TREINAMENTO DE FORÇA</title>
		<link>https://physioprime.com.br/2022/05/20/o-monitoramento-da-velocidade-no-treinamento-de-forca/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2022 12:58:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O treinamento de resistência é uma modalidade reconhecida e frequentemente utilizada para maximizar o desempenho, potência e hipertrofia muscular. O monitoramento da váriavel velocidade como indicador de intensidade durante o exercício é importante, pois as exigências neuromusculares e as adaptações fisiológicas do treinamento, dependem, em grande parte, da velocidade com que as cargas são deslocadas, [&#8230;]</p>
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<p></p>



<p>O treinamento de resistência é uma modalidade reconhecida e frequentemente utilizada para maximizar o desempenho, potência e hipertrofia muscular. O monitoramento da váriavel velocidade como indicador de intensidade durante o exercício é importante, pois as exigências neuromusculares e as adaptações fisiológicas do treinamento, dependem, em grande parte, da velocidade com que as cargas são deslocadas, ou seja, quanto maior a velocidade alcançada contra uma determinada carga (absoluta), maior será a força aplicada durante a execução, aumentando as exigencias dos diversos sistemas do corpo humano.</p>



<p>Embora alguns estudos sugiram que a insuficiência muscular (falha) possa ser necessária para maximizar os ganhos de força e hipertrofia, evidências demonstram que atingir a falha na repetição durante um exercício resistido pode não necessariamente irá melhorar a magnitude dos ganhos de força, especialmente quando o treinamento não é destinado exclusivamente à hipertrofia muscular, e sim ao desenvolvimento de adaptações neuromusculares específicas para melhorar o desempenho atlético.</p>



<p>Assim, a velocidade de movimento é um ingrediente-chave do treinamento. Com esta abordagem, em vez de uma determinada quantidade de peso a ser levantada, o exercício é prescrito em termos de duas variáveis: 1) velocidade propulsora média (VPM) da primeira repetição, que está relacionada à intensidade de carga; e 2) uma perda percentual máxima de velocidade a ser permitida em cada conjunto. Quando o limite de perda percentual é excedido, o conjunto deve ser finalizado.</p>



<p>A redução da velocidade de execução e o estresse metabólico decorrente do desenvolvimento da fadiga neuromuscular diferem claramente ao manipular o número de repetições realmente realizadas em cada conjunto de treinamento. Altas correlações são encontradas entre as medidas de fadiga mecânica (perda de velocidade/desempenho) e metabólica (lactato, amônia) à medida em que as repetições aproximam-se do número máximo de repetições possíveis.</p>



<p>Portando, utilizar o monitoramento da velocidade, através de um acelerômetro, durante o treinamento de força, é uma modalidade precisa, que possibilita quantificar e controlar o grau de fadiga decorrente durante uma sessão ou um programa de treinamento. A redução da velocidade de execução está altamente associada ao desenvolvimento da fadiga neuromuscular e metabólica. O que acarreta na necessidade de períodos de recuperação mais longos, podendo chegar até 72h pós-treino. O treinamento de força muscular com protocolos que utilizam números de repetições reduzidas, cargas variáveis e com perda de velocidade controlada, quando comparado com protocolos de esforços máximos e até a falha muscular, está associado à adaptações que correspondem a maiores níveis de desempenho atlético e ganhos de força similares. Sua utilidade pode indicar o estado de prontidão do indivíduo para a sessão seguinte de treino, pois permite relativizar a carga de acordo com o estado de prontidão diária.</p>
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		<title>Tendinite ou tendinopatia de Aquiles</title>
		<link>https://physioprime.com.br/2022/05/14/tendinite-ou-tendinopatia-de-aquiles/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 May 2022 18:18:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já teve ou tem dor na região das pernas, localizada bem naquele grande tendão da região posterior ou pontual na região do calcanhar? Sabe o que pode ser e como se curar dela? Então vamos falar um pouco sobre a tendinite ou tendinopatia do tendão de Aquiles. Quem é o tendão de Aquiles ou [&#8230;]</p>
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<p>Você já teve ou tem dor na região das pernas, localizada bem naquele grande tendão da região posterior ou pontual na região do calcanhar? Sabe o que pode ser e como se curar dela?</p>



<p>Então vamos falar um pouco sobre a tendinite ou tendinopatia do tendão de Aquiles.</p>



<p>Quem é o tendão de Aquiles ou do Calcâneo:</p>



<p>O tendão Aquileo ou do calcâneo está localizado na região posterior da perna (a famosa “batata da perna”) sendo formado pela união dos músculos gastrocnêmio medial, lateral e sóleo (formando o chamado tríceps sural) que se juntam formando o tendão e se inserindo no osso calcâneo (calcanhar). Este conjunto de músculos participa dos movimentos de flexão do joelho e flexão plantar do tornozelo, ou seja, eles puxam o pé para baixo e ajudam a impulsionar o corpo durante a caminhada, corrida ou salto.</p>



<p>Quando após uma atividade mais intensa que exija muito desses movimentos, ou uma mudança repentina na carga e tipo de treino inicia aquela dorzinha chata na região do tendão ou bem localizada no osso do calcâneo, podemos estar iniciando com a tendinite ou tendinopatia de aquiles.</p>



<p>Esta tendinite ou tendinopatia pode ocorrer em virtude de um trauma ou sapato apertado durante a atividade física e, ou vir de um processo degenerativo e crônico em virtude de esforços laborais repetitivos, podendo ser dividida de acordo com a região da dor:</p>



<p>&#8211; tendinopatia insercional que envolve a porção inferior do tendão calcâneo bem no calcanhar</p>



<p>&#8211; tendinopatia não-insercional ou do corpo, que acomete as fibras da porção média do tendão, onde ocorre um espessamento/ inchaço.</p>



<p>Qual a importância de um diagnóstico precoce e preciso?</p>



<p>Com o passar do tempo e sem o tratamento adequado a tendinite crônica acaba calcificando as fibras do tendão em uma tentativa de se recuperar. Com isto, o tendão começa a perder as suas características que são de acumular e dissipar a energia durante a caminhada, corrida, salto etc. Dessa forma a tendinopatia crônica pode levar a uma ruptura parcial ou total do tendão de Aquiles.</p>



<p>Quais são os fatores que podem levar a tendinite de Aquiles:</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<ul class="wp-block-list"><li>Esforço repetitivo, bem como o excesso de treino sem respeitar o descanso adequado;</li><li>Aumento muito repentino na de carga de treino;</li><li>Falta de força ou resistência da musculatura da perna e do pé;</li><li>Mecânica de corrida inadequada;&nbsp;</li><li>Uso de calçados sem o apoio adequado ou apertados na região do tendão;</li><li>Alterações anatômicas no pé;</li><li>Esporões nos calcâneos;&nbsp;</li><li>Obesidade;&nbsp;</li><li>Diabetes ou hipertensão.</li></ul>
</div>
</div>



<p>Como fazer o diagnóstico?</p>



<p>O diagnóstico é basicamente clínico através da avaliação dos sinais e sintomas, podendo ser necessários exames de imagem para confirmar ou considerar a gravidade da inflamação.</p>



<p>Como é o tratamento?</p>



<p>O tratamento é conservador (exceto nos casos de ruptura) e feito com muita fisioterapia. É importante lembrar que a maioria dos casos é de ordem degenerativa e progressiva e mesmo sendo conservador se exige tempo e paciência para ficar 100%, porém isto não quer dizer ficar parado esperando melhorar. <strong>Pelo contrário!!!</strong></p>



<p>O tendão é um tecido com pouca vascularização e que precisa de movimento e estímulos para manter as suas características e funções. Com isto o controle de carga e a adaptação aos estímulos são uns dos principais métodos de tratamento. Dentre os tratamentos podemos citar:</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<ul class="wp-block-list"><li>Avaliar e quantificar as possíveis causas desta sobrecarga;</li><li>Controle de carga e exercícios específicos para o tendão. Repouso quase nunca é a melhor opção;</li><li>Técnicas de liberação miofascial da região da perna (onde se encontram os músculos que irão formar o tendão) e da fáscia plantar;</li><li>Dryneedle ou agulhamento a seco nestas regiões;</li><li>Ganho de mobilidade e flexibilidade da região do pé e tornozelo;</li><li>Uso de técnicas de eletrotermotofototerapia;</li><li>EPI ecoguiada (eletrólise percutânea intratissular);</li><li>Ondas de choque</li></ul>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-30-at-08.14.42-1-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-650" width="448" height="672" srcset="https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-30-at-08.14.42-1-683x1024.jpeg 683w, https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-30-at-08.14.42-1-200x300.jpeg 200w, https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-30-at-08.14.42-1-768x1151.jpeg 768w, https://physioprime.com.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-30-at-08.14.42-1.jpeg 854w" sizes="(max-width: 448px) 100vw, 448px" /></figure>



<p>A tendinite de Aquiles é uma condição crônica que pode afetar diretamente a sua qualidade de vida e o prazer de se realizar algum esporte. Com a sua caraterística degenerativa, de inicio insidioso e que pode ao longo do tempo ser muito limitante, não espere muito para procurar ajuda. É importante saber que o diagnóstico e o tratamento precoce sempre têm mais possibilidade de sucesso.</p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Cirurgia Ligamento Cruzado Anterior (LCA) e a importância do pré-operatório na reabilitação</title>
		<link>https://physioprime.com.br/2022/05/06/cirurgia-ligamento-cruzado-anterior-lca-e-a-importancia-do-pre-operatorio-na-reabilitacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2022 19:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você pratica esportes e tem indicação cirúrgica para reconstrução do LCA, não se preocupe, nós sabemos como te ajudar a retornar à prática esportiva! As lesões de ruptura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) estão associadas principalmente aos esportes que contenham giros e saltos em suas ações, impactando significativamente nos joelhos dos praticantes. &#160;Geralmente o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você pratica esportes e tem indicação cirúrgica para reconstrução do LCA, não se preocupe, nós sabemos como te ajudar a retornar à prática esportiva!</p>



<p>As lesões de ruptura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) estão associadas principalmente aos esportes que contenham giros e saltos em suas ações, impactando significativamente nos joelhos dos praticantes. &nbsp;Geralmente o mecanismo de trauma acontece após um movimento rotacional, ou uma queda de um salto. A entorse no joelho pode lesionar o ligamento cruzado anterior, causando inchaço, dor, instabilidade e limitação funcional.<br><br>É comum ouvir o relato dos pacientes referindo escutar um estalo dentro do joelho no momento da lesão, e imediatamente os primeiros sinais e sintomas começam a aparecer. O diagnóstico pode ser feito por meio de testes clínicos específicos e exames de imagem. Se o diagnóstico confirmar Ligamento Cruzado Anterior (LCA), existem dois tipos de tratamentos: reconstrução do ligamento cirurgicamente (indicado principalmente para esportistas de modalidades de contato, saltos e giros) ou tratamento conservador.<br><br>Em ambos existe a necessidade de realizar Fisioterapia.<br><br>E qual seria o objetivo da Fisioterapia? Bom, essa pergunta está relacionada ao sucesso de ambos os procedimentos. A Fisioterapia tem como objetivo restaurar a função do joelho nos mesmos níveis de anteriores à lesão.<br><br>Independente da escolha do tratamento pelo paciente, é necessário iniciar a Fisioterapia o mais rápido possível, com o intuito de diminuir os sintomas, evitar a rigidez articular e a inibição do quadríceps. Essas sequelas podem se tornar permanentes se não forem tratadas, gerando limitações funcionais, dor crônica, instabilidade do joelho (falseio) e danos em outras estruturas internas do joelho.<br><br>Escolheu realizar a cirurgia? Sem problemas!!!! Em nossa metodologia dividimos o processo de reabilitação em diferentes fases. Nosso protocolo inicia já no pré-operatório. A diminuição do inchaço causado pelo trauma, o ganho de amplitude do joelho e a restauração da força e controle muscular, melhoram a condição para o procedimento cirúrgico, trazendo ótimos resultados para o pós-operatório, tornando-o RÁPIDO E MENOS SINTOMÁTICO.<br><br>Portanto é FUNDAMENTAL iniciar a reabilitação já antes da cirurgia e assim alcançar os resultados desejados. Realizei a cirurgia! E agora? Agora deixe-nos te ajudar com nossa experiência de mais de 20 anos com atletas de alto nível. Temos a alegria de ter ajudado muitos atletas a retornarem aos seus esportes com confiança e sem sequelas.<br><br>A Physio Prime está pronta para te ajudar! Contamos com profissionais experientes em reabilitação do joelho assim como uma estrutura completa para alcançarmos os resultados desejados. Entre em contato conosco! Marque uma avaliação! E volte a praticar seu esporte!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Orientações para pós operatório - cirurgia de joelho - PHYSIO PRIME" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/WxA9xn1TbZY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<item>
		<title>Dor na Panturrilha?  Pode ser lesão.</title>
		<link>https://physioprime.com.br/2022/04/27/dor-na-panturrilha-pode-ser-lesao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 14:10:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Durante uma corrida senti uma fisgada seguida por dolorimento na panturrilha” ou “ senti uma dor tipo uma pressão que iniciou leve e foi aumentando, até eu não conseguir mais correr”. Se você se identificou com esses relatos acima, este texto é para você mesmo! O complexo da panturrilha é fundamental durante qualquer atividade locomotora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“<em>Durante uma corrida senti uma fisgada seguida por dolorimento na panturrilha</em>” ou “ <em>senti uma dor tipo uma pressão que iniciou leve e foi aumentando, até eu não conseguir mais correr</em>”.</p>



<p>Se você se identificou com esses relatos acima, este texto é para você mesmo!</p>



<p>O complexo da panturrilha é fundamental durante qualquer atividade locomotora que envolva suporte de peso e, portanto, impactam várias populações atléticas. Lesões musculares da panturrilha são comuns em esportes que envolvem corrida em alta velocidade e/ou altos volumes de corrida, aceleração e desaceleração, e sob condições fadigantes de jogos/competições ou treinos. As lesões do complexo da panturrilha ocorrem em todas as faixas etárias, habilidades atléticas e níveis competitivos.</p>



<p>Na população geral, o grupo de maior risco ocorre no <strong>sexo masculino mal condicionado fisicamente entre 40 e 60 anos, geralmente em atividade recreativa</strong>. Em um estudo com mais de 2.000 lesões relacionadas à corrida, as lesões na panturrilha foram distribuídas desproporcionalmente entre os sexos, com <strong>70%</strong> das lesões ocorrendo em homens.</p>



<p>Aproximadamente 20% dos acometidos relatam algum tipo de sintoma (sensação de peso, fadiga atípica&#8230;) na panturrilha <strong>ANTES</strong> da lesão acontecer.</p>



<p>A identificação de fatores de risco (aptidão física, mobilidade articular, flexibilidade muscular, desequilíbrios musculares&#8230;) é importante para se criar um trabalho individual voltado para a correção desses fatores.</p>



<p>Para a maioria das lesões gastrocnêmias e poplíteas, <strong>há um evento agudo</strong> que ocorre após uma corrida ou salto. Assim, em corredores, a lesão surge com mais frequência durante treinos intervalados mais rápidos, corridas ou corridas de ritmo de alta velocidade.</p>



<p>Já a lesão do sóleo ocorre normalmente por <strong>fadiga ou overtraining</strong>, de modo que o corredor pode não se lembrar de um evento agudo, mas experimenta uma dor progressiva na panturrilha que acaba se tornando muito limitante para permitir uma corrida normal. Os maratonistas geralmente começam a sentir nas primeiras 24 horas APÓS o treinamento ou corrida.</p>



<p><strong>A avaliação física</strong> <strong>funcional</strong> deve focar na <em><u>aparência</u></em>, no estado neurovascular das extremidades, na <em><u>amplitude de movimento</u></em> e na <em><u>função</u></em> das articulações do joelho e tornozelo. A gravidade da lesão determinará o tipo de achados no exame. Lesões leves por exemplo, provavelmente mostrarão sensibilidade à palpação, dor no teste de resistência muscular, mas sem inchaço, descoloração ou defeitos visíveis. Lesões mais graves mostram sensibilidade significativa para palpação, descoloração e inchaço, e às vezes um defeito visível.</p>



<p>O <strong>retorno ao esporte</strong> varia de <em><u>algumas semanas a 3 a 4 meses</u></em> após a maioria das lesões na panturrilha, dependendo da grau/extensão da lesão. O que implica no número de sessões necessárias, variando de 6 a 8 sessões para lesões mais leves até 30 a 40 sessões para lesões mais graves . A fase inicial do cuidado consiste em controlar a inflamação inicial para reduzir a formação ou agravamento de hematoma, melhorar fluxo sanguíneo, linfático e intersticial nas células para otimizar a recuperação. Em lesões mais graves, alguns dias de caminhada com muletas podem ser necessários. Dentre as intervenções de tratamento que podem facilitar o retorno à corrida está a utilização de meias de compressão. As que geram 20 a 30 mmHg &nbsp;de pressão atingem o nível fisiológico suficiente para ajudar a reduzir o inchaço e promover a cicatrização.</p>



<p>Evidências científicas mais recentes demonstram que executar exercícios de resistência progressiva dos músculos da panturrilha <strong>otimizam</strong> <strong>efetivamente</strong> a reabilitação. Exercícios específicos para deixar esses músculos aptos para que se retorne em segurança para a prática de atividade física.</p>



<p>A progressão das fases da reabilitação ocorre quando se atinge as <strong>metas estabelecidas</strong>. A diminuição da dor aos testes e aos movimentos vai ser fator determinante e é o que nos permite <strong>evoluir com segurança</strong>. Nossa metodologia de reabilitação inclui diferentes tipos de exercícios iniciando pelos mais leves e fáceis, com bandas elásticas, alongamentos, caminhadas com resistência externa, até conseguir realizar movimentos mais complexos e com mais carga, como corridas e saltos. Separamos um pequeno exemplo de alguns exercícios abaixo para você visualizar melhor e entender como progredimos segundo nossa metodologia do mais leve/simples para o mais intenso/complexo e indolor.</p>





<p>&nbsp;</p>


<style>/*! elementor - v3.6.3 - 12-04-2022 */<br />
.elementor-widget-image{text-align:center}.elementor-widget-image a{display:inline-block}.elementor-widget-image a img[src$=".svg"]{width:48px}.elementor-widget-image img{vertical-align:middle;display:inline-block}</style>
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<p></p>


</p>
<p><strong>Ser assertivo</strong> na escolha dos exercícios determina o <strong><u>sucesso da reabilitação</u></strong>.  E para isso, entender não só de lesão, mas também de <strong><u>pessoas</u></strong>, sabendo escutar, entender suas necessidades e objetivos, avaliar e intervir de forma individualizada irá otimizar todo este processo e tornará mínimo o risco de uma nova lesão.</p>
<p>



</p>
<p>Aqui na <strong><u>Physio Prime</u></strong> contamos com tecnologia de ponta e experientes especialistas em reabilitação de lesões musculares que podem conduzir sua reabilitação de forma segura e confiável até sua volta ao seu esporte preferido.</p>
<p>



</p>
<p>Green B, Pizzari T. Br J Sports Med 2017;51:1189–1194. doi:10.1136/bjsports-2016-097177</p>
<p>



</p>
<p>Fields, Karl B. MD; Rigby, Michael D. DO  Reports: 9/10 2016 &#8211; Volume 15 &#8211; Issue 5 &#8211; p 320-324 doi: 10.1249/JSR.0000000000000292</p>
<p>


<p></p><p>O post <a href="https://physioprime.com.br/2022/04/27/dor-na-panturrilha-pode-ser-lesao/">Dor na Panturrilha?  Pode ser lesão.</a> apareceu primeiro em <a href="https://physioprime.com.br">Physio Prime</a>.</p>
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		<item>
		<title>GUIA DA TERAPIA MANUAL: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A TÉCNICA</title>
		<link>https://physioprime.com.br/2022/01/28/guia-da-terapia-manual-tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-a-tecnica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 11:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Terapia Manual se tornou um importante componente na intervenção de doenças ortopédicas e neurológicas. Os primeiros documentos sobre terapia com as mãos foram encontrados na China Antiga e em escritos que constam em paredes do Egito com cerca de 15 mil anos e serviram de base para o desenvolvimento da grande maioria das técnicas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Terapia Manual se tornou um importante componente na intervenção de doenças ortopédicas e neurológicas. Os primeiros documentos sobre terapia com as mãos foram encontrados na China Antiga e em escritos que constam em paredes do Egito com cerca de 15 mil anos e serviram de base para o desenvolvimento da grande maioria das técnicas atuais. Esta técnica, definida como uma subespecialidade da fisioterapia traumato-ortopédica, está se tornando cada vez mais popular com resultados bastante positivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="o-que-e-a-terapia-manual"><strong>O que é a&nbsp;</strong><strong>Terapia Manual</strong><strong>?</strong></h2>



<p>A&nbsp;Terapia Manual&nbsp;é uma das ferramentas da fisioterapia que consiste na aplicação de técnicas com as mãos sobre o corpo do paciente, com o objetivo de promover o retorno da função normal dos seus sistemas. Todas as pessoas podem se beneficiar das técnicas que a&nbsp;Terapia Manual&nbsp;oferece e não precisa estar doente ou com alguma disfunção para solicitar o atendimento de um&nbsp;<a href="https://blogfisioterapia.com.br/mobilizacao-neural-multidisciplinar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fisioterapeuta</a>&nbsp;que trabalha com esta ferramenta.</p>



<p>Várias abordagens ou técnicas da&nbsp;Terapia Manual&nbsp;evoluíram com o passar dos anos e são muito aplicadas,&nbsp;para o trabalho de condições clínicas neuromusculoesqueléticas, englobando articulações, músculos, fáscia e sistema nervoso periférico. As modalidades que um terapeuta manual utiliza em seus atendimentos são: mobilização articular, manobras&nbsp;<a href="https://blogfisioterapia.com.br/pilates-e-mobilizacao-miofascial-no-tratamento-da-dor-lombar-cronica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">miofasciais</a>, manobras neuro meníngeas, cadeias musculares, terapia crânio-sacral&nbsp; e terapias viscerais.</p>



<p>Para entendermos como funciona e quais objetivos alcançados através da Terapia Manual, precisamos saber que a base da especialidade é o conhecimento da anatomia, principalmente a anatomia musculoesquelética.</p>



<p>Fonte: <a href="https://blogfisioterapia.com.br/guia-da-terapia-manual/">Guia da Terapia Manual: tudo que você precisa saber sobre a técnica (blogfisioterapia.com.br)</a></p>
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		<title>QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS DA LESÃO NO MENISCO?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 11:34:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O joelho é uma das articulações mais comumente lesionadas. Isso ocorre por ser uma região que está envolvida em grande parte dos gestos diários e também por ser uma das primeiras estruturas a absorver o impacto das forças de reação do solo. Ele é considerado uma das mais complexas estruturas anatômicas do corpo humano, com [&#8230;]</p>
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<p>O joelho é uma das articulações mais comumente lesionadas. Isso ocorre por ser uma região que está envolvida em grande parte dos gestos diários e também por ser uma das primeiras estruturas a absorver o impacto das forças de reação do solo. Ele é considerado uma das mais complexas estruturas anatômicas do corpo humano, com seus vários componentes que desempenham diferentes funções. Quando há desequilíbrio ou quando a função desta articulação é comprometida, pode-se desencadear lesões nesta estrutura, como é o caso da&nbsp;lesão no menisco.</p>



<p>Além disso, como o joelho é uma articulação intermediária, localizada entre o&nbsp;<a href="https://blogpilates.com.br/causas-da-dor-lombar-por-que-avaliar-o-quadril-e-importante/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">quadril</a>&nbsp;e o tornozelo, problemas nestas duas áreas podem gerar consequências na função do joelho, interferindo na sua integridade.</p>



<p>Dentre as lesões que podem ocorrer, a&nbsp;lesão no menisco&nbsp;é a mais comum e, tanto ela quanto as outras lesões, podem ser muito incômodas devido aos sintomas, como é o caso da dor, das crepitações, dos travamentos, da sensação de instabilidade e da dificuldade de realizar atividades físicas.</p>
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